| Depilação a laser também pode ser feita no verão |
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| Lançamentos - Tratamentos | |||
| Escrito por Lívia Lessa | |||
| Seg, 08 de Novembro de 2010 18:33 | |||
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Está chegando a estação mais quente do ano e, com ela, a corrida para preparar o corpo para usar roupas mais curtas e decotadas, além de desfilar nas praias e piscinas. A boa notícia é que a depilação a laser para se livrar dos indesejáveis pelos já pode ser realizada, atualmente, no verão. Segundo Marina Berti, fisioterapeuta da Clínica do Cirurgião Plástico Dr. Alan Landecker, o tratamento realizado com o aparelho Soprano XL, por exemplo, é praticamente indolor e a grande maioria dos pacientes relata boa tolerância ao método. “Além disso, não há necessidade de afastamento das atividades diárias, a ocorrência de foliculite (infecção da base do pelo), vermelhidão e edema na pele é bem reduzida, pois há menor agressão. E o melhor: pode ser usado em quer tipo de pele, inclusive nas bronzeadas”, destaca. A aplicação do laser na clínica é realizada por profissionais treinados, sob a supervisão técnica do Dr. Alan Landecker.
O princípio da ação do laser é a fototermólise seletiva, que significa que algumas estruturas do corpo captam mais calor e energia do que outras, quando submetidas à exposição ao raio de luz. Na depilação, o aparelho de laser é regulado para que a melanina, contida em grande quantidade no folículo piloso que origina o pelo, capte a maior quantidade de energia. Após a captação, esta energia é transmitida ao folículo piloso na forma de calor, destruindo-o e eliminando a possibilidade da geração de um novo pêlo. “Antes do tratamento, o médico determinará o tipo de pele, a energia e a ponteira a ser utilizada. Em geral, utilizamos as ponteiras R e RS, capazes de remover de forma segura pelos em todos os tipos de pele encontrados na população brasileira. O aplicador grande permite tratar áreas extensas como costas, tórax e pernas inteiras, de forma rápida e eficiente”, explica Marina Berti. Segundo ela, infelizmente, não é possível determinar o número exato de sessões a ser realizado. “O número de sessões requerido dependerá de vários fatores relacionados, tais como tipo de pele, cor e espessura dos pêlos, a área a ser tratada e o número de pêlos em cada fase de crescimento, entre outros fatores”, pontua. A fisioterapeuta acrescenta que quando a pele tende a ser mais escura, existe a necessidade de se utilizar energias menores, para evitar dano à epiderme, o que diminui relativamente à eficiência, tornando o tratamento mais seguro e mais demorado. “O mesmo acontece com pêlos mais claros, e mais finos. Estes tipos de pêlo absorvem menos energia, tornando o tratamento mais longo”, afirma. Para a especialista, é errôneo afirmar que, uma perna com uma grande quantidade de pelos escuros jamais voltará a ter um pelo. “Podemos esperar com as sessões uma diminuição efetiva dos pêlos, mudanças favoráveis nas suas características, tornando a pilosidade mais fina e mais clara. Deve-se realizar as sessões de manutenção, para se chegar a um resultado próximo do definitivo.” É importante frisar que, antes do tratamento não se deve usar nenhum método depilatório que não seja a lâmina de barbear, pois a utilização de métodos onde o bulbo capilar é arrancado, torna a depilação a laser ineficaz. Depois do tratamento, é preciso observar se não há nenhuma área irritada.
Perfis: Marina Berti é formada em Fisioterapia pela Universidade Paulista (UNIP), com cursos de extensão e aperfeiçoamento em Instrumentação Cirúrgica (SEIC), Desordens Têmporo-Mandibulares (UNIFESP) e em Oclusão e Disfunção Têmporo-Mandibular (Instituto de Ensinos Odontológicos, IEO). Desde 2009, é Fisioterapeuta integrante da equipe do médico Cirurgião Plástico Dr. Alan Landecker, em São Paulo, e professora de Fisioterapia Aplicada às Disfunções Temporo-Mandibulares do Instituto de Ensinos Odontológicos de Bauru – IEO (Bauru – SP). Já atuou na Prefeitura Municipal de Orlândia – PMO, Instituto de Cardiologia Dante Pazzanese, Hospital Municipal Dr. Mário Gatti e na Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP. É autora de vários artigos científicos, publicados nos Arquivos de Neuropsiquiatria e nos anais do Simpósio UNIP de Fisioterapia.
Dr. Alan Landecker, formado em Medicina e Cirurgia Geral pela Universidade de São Paulo, iniciou sua formação em Cirurgia Plástica com o Professor Ivo Pitanguy, com quem trabalhou durante três anos. Tornou-se Membro Titular e Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e, também membro da prestigiada International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS). Realizou pós-graduação/especialização clínico-cirúrgicas nas Universidades de Miami, Alabama, Pittsburgh, New York e Texas Southwestern, um dos mais importantes centros de formação em cirurgia plástica dos Estados Unidos, o que permitiu desenvolver estudos que foram apresentados em eventos científicos e publicados em revistas internacionais especializadas.
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